Sempre ele, O Amor.
Primeiro vem os olhares trocados
As sinapses trabalhando em decorrência de pensamentos
O aumento acelerado da frequência cardíaca
E a característica marcante que o cético traz consigo: A dúvida
Em favor à dúvida aparecem as perguntas sequenciadas, a maiêutica, trazida por Sócrates.
Entra em jogo o mundo dos sentidos e o mundo das ideais
mas a capacidade de discernir, entitulada razão, decide o placar final.
Esse processo, um pouco físico, ético e filosófico, mostra que o amor pode ser explicado por vertentes inúmeras
Por todas as ciências
Todas chegam ao mesmo objeto de estudo, ele; O Amor !
Assinar:
Postar comentários (Atom)

É Carol. É pelo amor que se começa e é por ele que tudo finda! Embora sempre se busque algo mais palpável e material, disvirtuando sua essência, e sendo essa uma busca inútil. É, na minha opinião o mais estúpido ato humano, o de negar a se mesmo a única coisa que lhe é verdadeira. Mas para não fugir ao enrredo de seu texto, acho que esse encaminhamento natural das ciências par o amor justifíca-se por uma simples e certa causa: que o amor é a resposta para as perguntas sem respostas, é a resposta para entender o que somos e por que somos!
ResponderExcluirParabéns pelo blog e pelas belíssimas postagens!
Que abordagem mais jurídica do amor! Gostei muito do seu blog. Acho muito interessante e bonito esse seu jeito de escrever. É inteligente e maduro.
ResponderExcluirTô te seguindo aqui. Beijo, querida :*