Certamente existem pessoas mais bipolares que você, meu bem! Mas não tão inesperadas quanto. O inesperado pra mim já é tão provável em você que eu passaria por tola se me surpreendesse a cada ato que você realiza ou reprime. Com toda minha serenidade, lido com isso com tal insignificância que ainda não tive a oportunidade de saber como você a recebe.
'Fingir não se importar' não cabe mais na maneira ao qual eu deva proceder em relação a nós dois.
Clichês como já é sabido por alguns, não muito me atraem, talvez por serem tão pronuciados, chegando a não individualizar certas situações por englobarem tantas vozes os mencionando.
Porém por não me atrairem não me causam total repulsa a ponto de não usá-lo agora como eu mesma farei.
"Só dar-se-á valor a alguma coisa quando a perde"
E você bem sabe a veracidade que tais palavras têm e o efeitos que as mesmas produzem em você.
O recado está dado. De uma maneira culta e sensata como deveria ser. Embora você não mereça tamanha polidez com a qual a empreguei neste conteúdo.
Para provar que os clichês não me atraem em nada. Peço àqueles que de alguma forma tentarem persuadir o manifesto de minha vontade, não ousem mencionar aquele que diz: "Errar é humano, mas persistir no erro é burrice."
De certa forma, quem dirá quantas vezes eu deva errar para acertar sou eu mesma. Então apliquem o mesmo a vocês. Erraram uma vez ao tentarem me alertar sobre minhas atitudes que julgaram errôneas, não errem de novo ao procurar-me para dizer a mesma alerta. Lembrem-se "Errar é humano, mas persistir no erro é burrice."
Carol Neves.